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Pentest com relatório que o time executa

Testes de invasão black, grey e white box. Reporte com risco de negócio, prova de conceito e plano de correção que seu time consegue executar.

A diferença entre pentest e varredura automatizada é a mesma que existe entre auditoria e checklist: a ferramenta lista o que reconhece, o teste encadeia falhas pequenas até chegar onde realmente dói.

Testamos como um atacante testaria, e entregamos um relatório que o seu time consegue executar — com prova de conceito, risco traduzido para linguagem de negócio e reteste incluído.

Onde atuamos

  • Pentest de aplicação web e API
  • Pentest de infraestrutura interna
  • Análise de mobile (Android/iOS)
  • Red team e simulação de phishing

O que você recebe

  • Relatório executivo + técnico
  • PoC de cada vulnerabilidade
  • Roadmap de correção priorizado
  • Reteste após correção

Quando o pentest deixa de ser opcional

Existem momentos em que o teste para de ser boa prática e vira necessidade concreta — normalmente quando o custo de descobrir a falha depois passa a ser muito maior que o do teste.

Vale notar o que o pentest não é: ele não substitui a rotina de segurança. Contratar o teste com o básico em aberto é pagar caro para descobrir o que você já sabia, e dizemos isso antes de vender.

  • Antes de um lançamento que expõe dado sensível ou meio de pagamento
  • Depois de mudança grande de arquitetura ou de autenticação
  • Quando um cliente ou contrato passa a exigir laudo de segurança
  • Periodicamente, se você trata dado pessoal em volume

Black, grey ou white box

Os três nomes descrevem quanto o testador sabe antes de começar. Black box não recebe nenhuma informação além do alvo: é o cenário mais realista e o que menos cobre, porque boa parte do prazo vai em mapear o que você já sabia.

Grey box recebe credencial de usuário comum e alguma documentação — é o melhor custo-benefício para a maioria das empresas, porque testa o cenário que mais acontece: alguém com acesso legítimo tentando ir além do que deveria. White box inclui código e arquitetura, e rende cobertura máxima por hora contratada.

O que entra no escopo

Definimos escopo por escrito antes de qualquer teste, com janela combinada, contatos de emergência e regras claras sobre o que não pode ser tocado. Teste de invasão sem autorização formal é problema jurídico, não serviço.

  • Aplicação web e API, incluindo autenticação e controle de acesso
  • Infraestrutura interna e superfície exposta na internet
  • Aplicativo mobile Android e iOS
  • Engenharia social e phishing, quando autorizado por escrito

O relatório que você recebe

Sumário executivo em linguagem de negócio — que dado está exposto, para quem, e qual o impacto se vazar. Sem jargão, porque quem aprova o orçamento da correção normalmente não é quem vai executá-la.

Para cada achado: prova de conceito reproduzível com requisição e resposta, classificação por risco de negócio e não só por CVSS, e correção sugerida. No fim, um plano priorizado e um reteste incluído — sem reteste, você não sabe se a correção funcionou.

Perguntas frequentes

  • Qual a diferença entre pentest e varredura de vulnerabilidade?

    A varredura é automatizada e lista o que a ferramenta reconhece, com bom volume de falso positivo. O pentest tem uma pessoa encadeando falhas: três problemas de severidade baixa que juntos dão acesso administrativo nunca aparecem num scanner, porque isoladamente nenhum deles parece grave.

  • O teste pode derrubar meu sistema?

    O risco existe e é por isso que o escopo é acordado por escrito, com janela combinada e contato de emergência disponível durante toda a execução. Testes potencialmente disruptivos só rodam com autorização explícita, e em ambiente de homologação quando você preferir.

  • Preciso de pentest ou preciso do básico primeiro?

    Se ainda falta MFA em conta administrativa, backup restaurado de verdade, inventário do que está exposto e atualização de dependência em rotina, comece por aí. O pentest encontra o que sobra depois do básico feito, e o básico custa uma fração — dizemos isso antes de vender o teste.

  • O relatório serve para apresentar a clientes?

    Sim. O sumário executivo é escrito para leitura externa, e emitimos também uma carta de atestado indicando escopo, período e status de correção — que é o formato que empresas grandes costumam pedir dos fornecedores em processo de homologação.

  • Com que frequência devo repetir?

    Depende de quanto o sistema muda. Aplicação em evolução constante costuma pedir teste anual, mais um teste focado a cada mudança grande de arquitetura ou autenticação. Sistema estável com pouca alteração pode espaçar mais, desde que a varredura contínua siga rodando.

Quer um diagnóstico desse serviço? Vamos conversar.

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