Quanto custa um site institucional em 2026
O que realmente move o preço de um site institucional no Brasil: escopo, integrações, conteúdo e manutenção. Com faixas reais e o que evitar.
"Quanto custa um site?" é a pergunta que mais recebemos — e a que menos pode ser respondida com um número solto. Um site institucional de cinco páginas para uma clínica e um portal com área logada, integração de ERP e três idiomas são a mesma palavra e projetos completamente diferentes.
Este texto explica o que move o preço para cima e para baixo, para que você consiga ler uma proposta com critério — inclusive as nossas.
O que define a faixa de preço
Quatro variáveis explicam quase toda a diferença entre um orçamento de R$ 4 mil e um de R$ 60 mil.
Número de páginas únicas, não de páginas. Vinte páginas que compartilham o mesmo layout custam bem menos que cinco telas com estruturas distintas. O trabalho está no layout, não na repetição.
Origem do conteúdo. Se o texto e as fotos já existem e estão aprovados, o projeto anda. Se precisam ser escritos, revisados e fotografados, some semanas ao cronograma — e na prática essa é a causa número um de atraso em site institucional.
Integrações. Formulário que só manda e-mail é uma coisa. Formulário que cria contato no CRM, dispara e-mail transacional, respeita LGPD e ainda alimenta um painel é outra. Cada sistema externo traz autenticação, tratamento de erro e teste próprios.
Quem opera depois. Um site que você mesmo atualiza precisa de CMS, treinamento e documentação. Um site estático que muda duas vezes por ano não precisa de nada disso.
Faixas realistas no mercado brasileiro
Falando de fornecedores sérios, com contrato e responsabilidade técnica:
- Landing page única, conteúdo pronto, sem integração: projeto pequeno, entrega em dias, custo baixo.
- Site institucional de 5 a 10 páginas, com formulário integrado, SEO técnico e painel de conteúdo: o caso mais comum, algumas semanas de trabalho.
- Portal, e-commerce ou área logada: entra em outra categoria. Aqui o preço é função de regras de negócio, não de páginas.
Não publicamos tabela fixa porque escopo honesto não cabe em tabela. O que fazemos é um diagnóstico de duas horas, sem custo, que devolve um escopo escrito — você pode levá-lo a qualquer fornecedor.
O que costuma sair caro depois
O preço da proposta não é o custo do site. Três itens aparecem depois e raramente estão na conversa inicial:
Manutenção. Framework, dependências e certificados envelhecem. Um site sem atualização por dois anos vira risco de segurança, não economia.
Performance sob carga. Site que abre rápido no notebook do desenvolvedor e trava no 4G do cliente é problema de arquitetura, e arquitetura se resolve no começo, não depois.
Migração. Trocar de plataforma sem plano de redirecionamento derruba o que você levou anos construindo em busca orgânica. Todo replatform precisa de mapa de 301 antes do go-live — não depois.
Perguntas que separam proposta boa de proposta ruim
Quando receber um orçamento, pergunte:
- O código fica comigo? Se a resposta é não, você está alugando, não comprando.
- Qual o Lighthouse mobile alvo? Sem número acordado, performance vira opinião.
- Quem consegue atualizar o conteúdo depois? E com qual treinamento.
- O que acontece se eu quiser trocar de fornecedor? Repositório, infra e domínio devem estar no seu nome desde o primeiro dia.
- Acessibilidade está incluída? WCAG 2.2 AA não é item opcional — é requisito legal em vários contextos e afeta diretamente quem consegue comprar de você.
Como trabalhamos
Entregamos em sprints curtos, com demo a cada duas semanas, e o repositório é seu desde o primeiro commit. Performance e acessibilidade entram como critério de aceite, não como etapa final que some quando o prazo aperta.
Se quiser um escopo escrito para o seu caso, fale com a gente — a conversa inicial não tem custo e você sai dela com um documento, não com um pitch.