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Quanto custa um site institucional em 2026

O que realmente move o preço de um site institucional no Brasil: escopo, integrações, conteúdo e manutenção. Com faixas reais e o que evitar.

4 min de leituraPor ADJ Tecnologia

"Quanto custa um site?" é a pergunta que mais recebemos — e a que menos pode ser respondida com um número solto. Um site institucional de cinco páginas para uma clínica e um portal com área logada, integração de ERP e três idiomas são a mesma palavra e projetos completamente diferentes.

Este texto explica o que move o preço para cima e para baixo, para que você consiga ler uma proposta com critério — inclusive as nossas.

O que define a faixa de preço

Quatro variáveis explicam quase toda a diferença entre um orçamento de R$ 4 mil e um de R$ 60 mil.

Número de páginas únicas, não de páginas. Vinte páginas que compartilham o mesmo layout custam bem menos que cinco telas com estruturas distintas. O trabalho está no layout, não na repetição.

Origem do conteúdo. Se o texto e as fotos já existem e estão aprovados, o projeto anda. Se precisam ser escritos, revisados e fotografados, some semanas ao cronograma — e na prática essa é a causa número um de atraso em site institucional.

Integrações. Formulário que só manda e-mail é uma coisa. Formulário que cria contato no CRM, dispara e-mail transacional, respeita LGPD e ainda alimenta um painel é outra. Cada sistema externo traz autenticação, tratamento de erro e teste próprios.

Quem opera depois. Um site que você mesmo atualiza precisa de CMS, treinamento e documentação. Um site estático que muda duas vezes por ano não precisa de nada disso.

Faixas realistas no mercado brasileiro

Falando de fornecedores sérios, com contrato e responsabilidade técnica:

  • Landing page única, conteúdo pronto, sem integração: projeto pequeno, entrega em dias, custo baixo.
  • Site institucional de 5 a 10 páginas, com formulário integrado, SEO técnico e painel de conteúdo: o caso mais comum, algumas semanas de trabalho.
  • Portal, e-commerce ou área logada: entra em outra categoria. Aqui o preço é função de regras de negócio, não de páginas.

Não publicamos tabela fixa porque escopo honesto não cabe em tabela. O que fazemos é um diagnóstico de duas horas, sem custo, que devolve um escopo escrito — você pode levá-lo a qualquer fornecedor.

O que costuma sair caro depois

O preço da proposta não é o custo do site. Três itens aparecem depois e raramente estão na conversa inicial:

Manutenção. Framework, dependências e certificados envelhecem. Um site sem atualização por dois anos vira risco de segurança, não economia.

Performance sob carga. Site que abre rápido no notebook do desenvolvedor e trava no 4G do cliente é problema de arquitetura, e arquitetura se resolve no começo, não depois.

Migração. Trocar de plataforma sem plano de redirecionamento derruba o que você levou anos construindo em busca orgânica. Todo replatform precisa de mapa de 301 antes do go-live — não depois.

Perguntas que separam proposta boa de proposta ruim

Quando receber um orçamento, pergunte:

  1. O código fica comigo? Se a resposta é não, você está alugando, não comprando.
  2. Qual o Lighthouse mobile alvo? Sem número acordado, performance vira opinião.
  3. Quem consegue atualizar o conteúdo depois? E com qual treinamento.
  4. O que acontece se eu quiser trocar de fornecedor? Repositório, infra e domínio devem estar no seu nome desde o primeiro dia.
  5. Acessibilidade está incluída? WCAG 2.2 AA não é item opcional — é requisito legal em vários contextos e afeta diretamente quem consegue comprar de você.

Como trabalhamos

Entregamos em sprints curtos, com demo a cada duas semanas, e o repositório é seu desde o primeiro commit. Performance e acessibilidade entram como critério de aceite, não como etapa final que some quando o prazo aperta.

Se quiser um escopo escrito para o seu caso, fale com a gente — a conversa inicial não tem custo e você sai dela com um documento, não com um pitch.

Temas

  • desenvolvimento de sites
  • orçamento
  • web
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